quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Festa da Padroeira da Diocese de Natal

“A Igreja continua na história a testemunhar o Ressuscitado” é o tema da festa de Nossa Senhora da Apresentação, padroeira da Arquidiocese e da cidade do Natal, neste ano de 2009. O tema é o mesmo do último ano do triênio de preparação para a comemoração dos cem anos da Diocese de Natal.

Os festejos terão início dia 11 e prosseguem até o dia 21 de novembro, com vasta programação religiosa e social. No dia 11, às 8h30, no Seminário de São Pedro, haverá o lançamento da programação da festa e da Revista “Diocese de Natal - edição comemorativa do Centenário”, para a imprensa natalense.

No mesmo dia, às 18h, sairá uma carreata da Igreja Matriz de Nossa Senhora de Fátima, em Parnamirim, para Catedral Metropolitana, conduzindo a imagem da padroeira da Arquidiocese. Também, às 18h, iniciará uma procissão luminosa, da Pedra do Rosário para a Catedral, culminando com hasteamento das bandeiras e missa, presidida pelo Arcebispo, Dom Matias Patrício de Macêdo.

No período de 12 a 20, haverá caminhada, às 5 horas, da Igreja de Nossa Senhora do Rosário para a Igreja de Nossa Senhora da Apresentação (antiga Catedral), onde haverá missa. À noite, às 19 h, na Catedral, terá novena, com a participação dos zonais da Arquidiocese, seguida da programação sócio-cultural.
Ainda, na parte religiosa, na Catedral, no dia 12, às 8 h, acontecerá procissão das crianças e missa; no dia 15, às 10 h, a celebração de cem casamentos, assistidos pelo Arcebispo; no dia 18, às 10h, bênção dos militares, e, às 12h, missa e bênção dos Movimentos Marianos e Pastoral do Idoso.

O encerramento dos festejos será no dia 21. Neste dia, a programação terá início às 4h30, com a procissão fluvial, conduzindo a imagem de Nossa Senhora da Apresentação pelas águas do Rio Potengi. Às 5h, na Pedra do Rosário, será celebrada missa, presidida pelo bispo de Campina Grande (PB), Dom Jaime Vieira Rocha; às 7h30, missa, na antiga Catedral; às 8h, Missa da Pastoral da Saúde, na Catedral; às 10 h, Missa solene, na Catedral, presidida por Dom Matias; às 14h, caminhada, saindo do Santuário dos Mártires, no bairro Nazaré, com destino à Catedral, onde haverá celebração eucarística, marcando o encerramento da festa.

terça-feira, 20 de outubro de 2009

Encontrão IAM da Arquidiocese de Natal


Paróquia de São Pedro Apóstolo (Estavamos lindos!)


Equipe de Animação - AM Imaculada




Confiram os vídeos:


OBS.: Mais vídeos serão add em breve! :D

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Mês Missionário - Arrecadação de alimentos / Início da peregrinação da Imaculada



Muitas são as atividades do Mês Missionário, entre elas a arrecadação de alimentos para serem doados a familias carentes da comunidade foi feita pelas crianças e adolescêntes da IAM, foram arrecadados por volta de 50 Kg, que serão entregues pelo grupo de Associados de São Vicente de Paula.

Se você conheçe alguem que nescecite de doação ou quer doar algo, ligue para o telefone 9187-9341, falar com Diego.


Envio das Imagens Peregrinas

Em preparação da festa da Imaculada Conceição de Maria peregrinarão nas casas da comunidade quatro imagens de Nossa Senhora. Três delas vão acompanhadas pela Legião de Maria, e uma pela IAM.

A missa de Envio se realizou no dia 12 de outubro com a presidência de Pe. Luiz Telmo Feitosa, pároco de São Pedro.

 

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

ELMI

Encontro de Líderes Missionários Infantis, este é um encontro de formação e orientação para os coordenadores mirim. Na nossa Paróquia ele se realizou neste último fim de semana da seguinte forma:
 No dia 3, pela manhã os líderes da Igreja de Nossa Senhora da Conceição se reúniram, e foi trabalhado com eles as 4 áreas integradas. A regencia desse momento foi feita pelo secretário diocesano Wenderson.
No dia 4, os líderes da S. Jose e da Nova Central que é uma área da Igreja de S. Jose, se reuniram para a mesma formação sobre a metodologia da IAM. O encontro foi organizado pelos próprios assessores da Paróquia, João, Joane e Karol.



quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Santa Teresinha do Menino Jesus - Padroeira da IAM



A vida da santa Teresa de Lisieux, ou santa Teresinha do Menino Jesus e da Sagrada Face, seu nome de religiosa e como o povo carinhosamente a prefere chamar, marca na história da Igreja uma nova forma de entregar-se à religiosidade.

No lugar do medo do "Deus duro e vingador", ela coloca o amor puro e total a Jesus como um fim em si mesmo para toda a existência eterna. Um amor puro, infantil e total, como deixaria registrado nos livros "Infância espiritual" e "História de uma alma", editados a partir de seus escritos. Sua vida foi breve, mas plena de dedicação e entrega. Morreu virgem como Maria, a Mãe que venerava, e jovem como o amor que vivenciava a Jesus, pela pura ação do Espírito Santo.


Teresinha nasceu em Alençon, na França, em 2 de janeiro de 1873. Foi batizada com o nome de Maria Francisca Martin e desde então destinada ao serviço religioso, assim como suas quatro irmãs. Os pais, quando jovens, sonhavam em servir a Deus. Mas circunstâncias especiais os impediram e a mãe prometeu ao Senhor que cumpriria seu papel de genitora terrena, mas que suas filhas trilhariam o caminho da fé. E assim foi, com entusiasmada aceitação por parte de Teresinha desde a mais tenra idade.


Caçula, viu as irmãs mais velhas, uma a uma, consagrando-se a Deus até chegar sua vez. Mas a vontade de segui-las era tanta que não quis nem esperar a idade correta. Aos quinze anos, conseguiu permissão para entrar no Carmelo, em Lisieux, permissão concedida especial e pessoalmente pelo papa Leão XIII.


Ela própria escreveu que, para servir a Jesus, desejava ser cavaleiro das cruzadas, padre, apóstolo, evangelista, mártir... Mas ao perceber que o amor supremo era a fonte de todas essas missões, depositou nele sua vida. Sua obra não frutificou pela ação evangelizadora ou atividade caritativa, mas sim em oração, sacrifícios, provações, penitências e imolações, santificando o seu cotidiano enquanto carmelita. Essa vivência foi registrada dia a dia, sendo depois editada, perpetuando-se como livro de cabeceira de religiosos, leigos e da elite dos teólogos, filósofos e pensadores do século XX.


Teresinha teve seus últimos anos consumidos pela terrível tuberculose, que, no entanto, não venceu sua paciência com os desígnios do Supremo. Morreu em 1° de outubro de 1897, com vinte e quatro anos, depois de prometer uma chuva de rosas sobre a Terra quando expirasse. Essa chuva ainda cai sobre nós, em forma de uma quantidade incalculável de graças e milagres alcançados através de sua intervenção em favor de seus devotos.


Teresa de Lisieux foi beatificada em 1923 e canonizada em 1925 pelo papa Pio XI. Ela, que durante toda a sua vida teve um grande desejo de evangelizar e ofereceu sua vida à causa missionária, foi aclamada, dois anos depois, pelo mesmo pontífice, como "padroeira especial de todos os missionários, homens e mulheres, e das missões existentes em todo o universo, tendo o mesmo título de são Francisco Xavier".

Esta "grande santa dos tempos modernos" foi proclamada doutora da Igreja pelo papa João Paulo II em 1997.

segunda-feira, 28 de setembro de 2009

Mártires ganham paróquia e santuário


Os devotos dos Protomártires do Brasil passam a contar com mais um lugar de devoção aos bem-aventurados André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e os 27 companheiros, no território da Arquidiocese de Natal. Trata-se do Santuário dos Bem-aventurados Mártires de Cunhaú e Uruaçu, localizado na Av. Miguel de Castro, no bairro de Nazaré, em Natal.

A inauguração do Santuário acontecerá no próximo dia 3 de outubro, sábado, às 8 horas, durante missa, presidida pelo Arcebispo, Dom Matias Patrício de Macêdo. Antecedendo a inauguração, a Comunidade de Nazaré celebra a festa dos Mártires, no Santuário, desde o dia 24 de setembro. Até o dia 2, diariamente, às 19 horas, há celebração de novena.

A Igreja Católica celebra a festa dos Bem-aventurados Mártires de Cunhaú e Uruaçu, dia 3 de outubro. Esta data é feriado estadual no Rio Grande do Norte. Neste mesmo dia, também haverá celebração na Comunidade de Uruaçu, em São Gonçalo do Amarante. Lá, a partir das 12 h, será desenvolvida uma programação com reza do terço, ladainha e show com os cantores da Arquidiocese. Às 17 horas, será celebrada missa, presidida pelo Arcebispo, Dom Matias Patrício. Essa celebração será transmitida pela TV Século 21, para todo o Brasil.

Nova Paróquia

No dia 12 de outubro, às 17 horas, o Santuário será transformado em Paróquia. Dom Matias assinará decreto criando a Paróquia do Santuário dos Bem-Aventurados André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e companheiros. Na solenidade de instalação da paróquia, dia 12, o Arcebispo dará posse ao primeiro pároco, que será o Pe. Francisco das Chagas de Souza, até agora Pároco de Sant’Ana, do Soledade 2, Zona Norte de Natal.

domingo, 20 de setembro de 2009

Menssagem do PAPA ao dia mundial das missões.


"As nações caminharão à sua luz" (Ap 21, 24)


Neste domingo dedicado às missões, me dirijo sobretudo a vós, Irmãos no ministério episcopal e sacerdotal, e também aos irmãos e irmãs do Povo de Deus, a fim de vos exortar a reavivar em si a consciência do mandato missionário de Cristo para que "todos os povos se tornem seus discípulos" (Mt 28,19), seguindo as pegadas de São Paulo, o Apóstolo dos Gentios.

"As nações caminharão à sua luz" (Ap 21, 24). O objetivo da missão da Igreja é iluminar com a luz do Evangelho todos os povos em seu caminhar na história rumo a Deus, pois Nele encontramos a sua plena realização. Devemos sentir o anseio e a paixão de iluminar todos os povos, com a luz de Cristo, que resplandece no rosto da Igreja, para que todos se reúnam na única família humana, sob a amável paternidade de Deus.

É nesta perspectiva que os discípulos de Cristo espalhados pelo mundo trabalham, se dedicam, gemem sob o peso dos sofrimentos e doam a vida. Reitero com veemência o que muitas vezes foi dito pelos meus Predecessores: a Igreja não age para ampliar o seu poder ou reforçar o seu domínio, mas para levar a todos Cristo, salvação do mundo. Pedimos somente de nos colocar a serviço da humanidade, sobretudo da daquela sofredora e marginalizada, porque acreditamos que "o compromisso de anunciar o Evangelho aos homens de nosso tempo... é sem dúvida alguma um serviço prestado à comunidade cristã, mas também a toda a humanidade"(Evangelii nuntiandi, 1), que "apesar de conhecer realizações maravilhosas, parece ter perdido o sentido último das coisas e de sua própria existência"(Redemptoris missio, 2).

1. Todos os Povos são chamados à salvação

Na verdade, a humanidade inteira tem a vocação radical de voltar à sua origem, que é Deus, somente no Qual ela encontrará a sua plenitude por meio da restauração de todas as coisas em Cristo. A dispersão, a multiplicidade, o conflito, a inimizade serão repacificadas e reconciliadas através do sangue da Cruz e reconduzidas à unidade.

O novo início já começou com a ressurreição e a exaltação de Cristo, que atrai a si todas as coisas, as renova, as tornam participantes da eterna glória de Deus. O futuro da nova criação brilha já em nosso mundo e acende, mesmo se em meio a contradições e sofrimentos, a nossa esperança por uma vida nova. A missão da Igreja é "contagiar" de esperança todos os povos. Por isto, Cristo chama, justifica, santifica e envia os seus discípulos para anunciar o Reino de Deus, a fim de que todas as nações se tornem Povo de Deus. É somente nesta missão que se compreende e se confirma o verdadeiro caminho histórico da humanidade. A missão universal deve se tornar uma constante fundamental na vida da Igreja. Anunciar o Evangelho deve ser para nós, como já dizia o apóstolo Paulo, um compromisso impreterível e primário.

2. Igreja peregrina

A Igreja Universal, sem confim e sem fronteiras, se sente responsável por anunciar o Evangelho a todos os povos (cfr. Evangelii nuntiandi, 53). Ela, germe de esperança por vocação, deve continuar o serviço de Cristo no mundo. A sua missão e o seu serviço não se limitam às necessidades materiais ou mesmo espirituais que se exaurem no âmbito da existência temporal, mas na salvação transcendente que se realiza no Reino de Deus. (cfr. Evangelii nuntiandi, 27). Este Reino, mesmo sendo em sua essência escatológico e não deste mundo (cfr. Jo 18,36), está também neste mundo e em sua história é força de justiça, paz, verdadeira liberdade e respeito pela dignidade de todo ser humano. A Igreja mira em transformar o mundo com a proclamação do Evangelho do amor, "que ilumina incessantemente um mundo às escuras e nos dá a coragem de viver e agir e... deste modo, fazer entrar a luz de Deus no mundo" (Deus caritas est, 39). Esta é a missão e o serviço que, também com esta Mensagem, chamo a participar todos os membros e instituições da Igreja.

3. Missio ad gentes

A missão da Igreja é chamar todos os povos à salvação realizada por Deus em seu Filho encarnado. É necessário, portanto, renovar o compromisso de anunciar o Evangelho, fermento de liberdade e progresso, fraternidade, união e paz (cfr. Ad gentes, 8). Desejo "novamente confirmar que a tarefa de evangelizar todos os homens constitui a missão essencial da Igreja"(Evangelii nuntiandi, 14), tarefa e missão que as vastas e profundas mudanças da sociedade atual tornam ainda mais urgentes. Está em questão a salvação eterna das pessoas, o fim e a plenitude da história humana e do universo. Animados e inspirados pelo Apóstolo dos Gentios, devemos estar conscientes de que Deus tem um povo numeroso em todas as cidades percorridas também pelos apóstolos de hoje (cfr. At 18, 10). De fato, "a promessa é em favor de todos aqueles que estão longe, todos aqueles que o Senhor nosso Deus chamar "(At 2,39).

Toda a Igreja deve se empenhar na missio ad gentes, enquanto a soberania salvífica de Cristo não está plenamente realizada: "Agora, porém, ainda não vemos que tudo lhe esteja submisso"(Hb 2,8).

4. Chamados a evangelizar também por meio do martírio

Neste dia dedicado às missões, recordo na oração aqueles que fizeram de suas vidas uma exclusiva consagração ao trabalho de evangelização. Menciono em particular as Igrejas locais, os missionários e missionárias que testemunham e propagam o Reino de Deus em situações de perseguição, com formas de opressão que vão desde a discriminação social até a prisão, a tortura e a morte. Não são poucos aqueles que atualmente são levados à morte por causa de seu "Nome". É ainda de grande atualidade o que escreveu o meu venerado Predecessor Papa João Paulo II: "A comemoração jubilar descerrou-nos um cenário surpreendente, mostrando o nosso tempo particularmente rico de testemunhas, que souberam, ora dum modo ora doutro, viver o Evangelho em situações de hostilidade e perseguição até darem muitas vezes a prova suprema do sangue" (Novo millennio ineunte, 41).

A participação na missão de Cristo, de fato, destaca também a vida dos anunciadores do Evangelho, aos quais é reservado o mesmo destino de seu Mestre. "Lembrem-vos do que eu disse: nenhum empregado é maior do que seu patrão. Se perseguiram a mim, vão perseguir a vós também " (Jo 15,20). A Igreja se coloca no mesmo caminho e passa por tudo aquilo que Cristo passou, porque não age baseando-se numa lógica humana ou com a força, mas seguindo o caminho da Cruz e se fazendo, em obediência filial ao Pai, testemunha e companheira de viagem desta humanidade.

Às Igrejas antigas como as de recente fundação, recordo que são colocadas pelo Senhor como sal da terra e luz do mundo, chamadas a irradiar Cristo, Luz do mundo, até os extremos confins da terra. A missio ad gentes deve ser a prioridade de seus planos pastorais.

Agradeço e encorajo as Pontifícias Obras Missionárias pelo indispensável trabalho a serviço da animação, formação missionária e ajuda econômica às jovens Igrejas. Por meio destas instituições pontifícias, se realiza de forma admirável a comunhão entre as Igrejas, com a troca de dons, na solicitude recíproca e na comum projetualidade missionária.

5. Conclusão

O impulso missionário sempre foi sinal de vitalidade de nossas Igrejas (cfr. Redemptoris missio, 2). É preciso, todavia, reafirmar que a evangelização é obra do Espírito, e que antes mesmo de ser ação, é testemunho e irradiação da luz de Cristo (cfr. Redemptoris missio, 26) através da Igreja local, que envia os seus missionários e missionárias para além de suas fronteiras. Rogo a todos os católicos para que peçam ao Espírito Santo que aumente na Igreja a paixão pela missão de proclamar o Reino de Deus e ajudar os missionários, as missionárias e as comunidades cristãs empenhadas nesta missão, muitas vezes em ambientes hostis de perseguição.

Ao mesmo tempo, convido todos a darem um sinal crível da comunhão entre as Igrejas, com uma ajuda econômica, especialmente neste período de crise que a humanidade está vivendo, a fim de colocar as jovens Igrejas em condições de iluminar as pessoas com o Evangelho da caridade.

Nos guie em nossa ação missionária a Virgem Maria, Estrela da Evangelização, que deu ao mundo Cristo, luz das nações, para que leve a salvação "até aos extremos da terra"(At 13,47).

A todos, a minha Bênção.

Fonte: A santa Sé